Pra ti ver mais cedo
E sentir mais tarde
Seu amor bandido
Rouba-me e esconde a chave
Do cativeiro
Onde eu me encontro
Ao seu domínio
E as suas vontades
E no seu desespero
Eu fujo
Eu luto
Desisto do seu amor selvagem
Que me sufoca e não da sossego
O que me consola
É te amar sem jeito.
Muito legal este teu poema, além de criativo é de um formato diferente. beijos
ResponderExcluir